As obras contra as cheias não podem esperar.
Enquanto a população convive com o medo de novas enchentes, muitas obras seguem atrasadas. Cada dia perdido aumenta o risco para famílias, trabalhadores e comerciantes.
Prevenção não é gasto. É investimento em vidas, segurança e desenvolvimento.
Quem vive nas áreas afetadas sabe que promessas não seguram a água. O que protege a população são obras concluídas, manutenção permanente e planejamento.
É preciso cobrar transparência: quais obras estão em andamento? Quais estão paradas? Qual o prazo para conclusão?
A população merece respostas e ações concretas antes que uma nova tragédia aconteça.
Chega de atrasos. A prevenção precisa ser prioridade dos Municípios, do Estado e da União.